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domingo, 9 de outubro de 2011

DESCOBRINDO O TALENTO


Fabricio Dom no ateliêr domiciliar

Fabricio Dom afirma que nasceu com o dom de pintar, entretanto só percebeu esta capacidade na escola, pois tudo que aparecia na sua frente ele desenhava. Em determinado momento, seu pai o observou e lhe disse: “ Meu filho, você tem talento para ser um artista plástico”, a partir de então começou a orientá-lo, até que caminhasse com seus próprios pés.

Em toda trajetória de sua vida, passou por situações muito difíceis, teve que aprender a lidar com a concorrência nesta área, pois encontrou muitos artistas que eram muito bons, principalmente quando ainda iniciava a profissão. Outro desafio é a luta permanente por afirmação e apropriação do seu espaço, do reconhecimento do seu talento e de seu trabalho.

De angola ao Brasil não faltou experiência para contar. Em Angola vivia um tempo muito difícil, a desvalorização da moeda, refletia desvalorizando seu trabalho, segundo ele, esta é uma das razões que o trouxe para o Brasil, embora tenha buscado primeiro a valorização de sua arte em Johannesburgo na África do Sul. Porém como não atingiu seus objetivos em Angola, resolveu viajar para Europa, desembarcando em Lisboa (Portugal), onde realizou uma exposição. Em seguida vindo direto para o Brasil, com o coração cheio de esperança e na alma um grande sonho: tonar-se conhecido no Brasil e no mundo e viver de sua arte, do seu trabalho.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

DomcriArte



As obras de artes plásticas de Fabricio Dom possui o poder de nos levar além, tem a força que aguça o sentimento mais belo, e ao mesmo tempo o mais rústico, o nobre ao mesmo tempo despojado, o harmonioso e ao mesmo tempo, conflitante, sentimentos ambíguos que somente o homem dotado de tamanha sensibilidade pode sentir e perceber.


Seus traços são transbordantes de estilos que vão dos rabiscos clássicos à pinceladas banhada de contemporaneidade, intrínseco no universo de encantamento e graciosidade.
Certa vez disse Leonardo da Vinci “A arte diz o indizível; exprime o inexprimível, traduz o intraduzível”.